Especialista une saúde e prazer à alimentação


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Existe história de amor mais complicada do que a nossa com a comida? Vivemos tempos de amor e ódio, dietas e mais dietas, sempre tentando se adequar aos padrões. Comemos demais, comemos de menos, cortamos alguns itens da nossa alimentação, acrescentamos outros ditos milagrosos, mas poucas vezes buscamos um equilíbrio. A história da nutricionista Aline Quissak, começou aí, já que, para a especialista, a alimentação vai muito além do que estamos acostumados, ela é a harmonia entra a saúde e o prazer.

“Sempre defendi que o alimento dentro da sociedade como uma história de amor. Com brigas e paixões, ilusões contra realidade. Devemos lembrar que um alimento conta uma cultura, um hábito, um desejo, um prazer ou um desprazer. Mas não podemos esquecer que além do sabor vem a propriedade nutricional, o alimento também alimenta o corpo e o mantém em funcionamento”, comenta a especialista.

Hoje, formada e especialista em áreas como Oncologia, Síndrome Metabólica, Psicologia da Nutrição e Nutrição Esportiva, Aline busca educar a população quanto a nutrição e entender como os alimentos agem no organismo. Acreditando que todos são capazes de entender a bioquímica dos alimentos e como eles interferem no nosso dia a dia, a nutricionista decidiu ir ao laboratório, para entender melhor a funcionalidade dos alimentos, sem quebrar esse elo emocional, que criamos com alguns pratos, resolveu entender como os ingredientes utilizados nesses preparos agem misturados e separadamente. “Meu objetivo em laboratório era comparar a diferença terapêutica das receitas em comparação ao ingrediente utilizado isoladamente. Porém só no laboratório não faria o efeito completo, já que são pessoas em vidas e culturas diversas que as consomem e por isso eu precisava entende-las”, explica.

Após a especialização em Psicologia da Nutrição no Institute of Psichology of Eating na California, começou a aplicar os novos conceitos com os pacientes, fugindo da nutrição tradicional, unindo a ciência da nutrição com o prazer em comer e gerar resultados eficientes e duradouros. Uma das receitas desenvolvidas pela nutricionista é o “Bolo de Chocolate antiestresse”, sem açúcar e sem farinha, que em mulheres e homens de 25 a 32 anos durante 3 meses, diminuiu a irritabilidade em 53% e 64% (respectivamente), melhorou o bom humor em 48% e 71%, aumentou a concentração no trabalho em 58% e 66%, além de diminuir a ansiedade de 49% e 55% respectivamente em homens e mulheres quando consumido esse bolo 2 x ao dia (tamanho de um cupcake de 120g) após o almoço e no final da tarde.

Aline, acaba de lançar a primeira parte desse projeto: o e-book “Mood and Food: receitas para reduzir estresse, ansiedade e melhorar seu humo”, que traz 20 receitas especiais, com estudos de casos, que ajudam no combate aos sintomas em ambos os casos, mas ela não pretende parar por aí, ainda esse ano a nutricionista lançará um manifesto em prol de uma vida e alimentação mais saudáveis.

Para entender melhor como essa alquimia dos alimentos funciona a especialista preparou uma receita especial: Bolo de Chocolate.

Ingredientes:

  • 4 colheres de sopa rasas de cacau em pó 100%
  • 6 colheres de sopa de geléia de damasco 100% fruta sem adição de açúcar/adoçante
  • 5 ovos (eles que vão dar estrutura para o bolo já que não vai farinha)
  • 70g de chocolate 70% derretido
  • 1 colher de sopa cheia de fermento em pó para bolo
  • 2 colheres de sopa de óleo de coco extra virgem

Para o recheio:

Geléia de Frutas vermelhas 100% fruta sem adição de açúcar ou de adoçante. Ou pode adicionar frutas vermelhas como morango, amora, mirtilo, framboesa em pedaços no centro do bolo.

Modo de Preparo:

Bata os ovos com um garfo, tipo omelete. Coloque todos os ingredientes aos poucos e com cuidado em um bowl (potinho) e mexa até ficar uma massa lisa e homogênea. Coloque em formas de cupcake (aquelas individuais) enchendo 3/4 da forma e asse por 20 a 30 min em forno 180 graus. Espete um palitinho para ver se saiu sequinho. Recheio depois que bolo estiver frio. Polvilhe com coco ralado desidratado sem adição de açúcar. Se preferir em uma forma comum, use uma pequena de 22×22 cm.

 

Dica da Nutri:

  • Consumir 1 a 2 porções desse bolo junto com 2 castanhas do Pará ou 5 nozes e 1 copo de 200ml de suco de acerola natural (pode usar polpa congelada);
  • Pode substituir a geleia de damasco pela mesma medida de purê de maçã ou de suco de uva também para adoçar;

Para mais informações sobre a nutricionista acesse a página oficial no Facebook (https://www.facebook.com/nutrisecrets/) e do Instagram (instagram.com/nutri_secrets/). O e-book custa R$ 49,90 e está disponível no site www.ebook.nutrisecrets.com.br.

 

 

Líder religiosa em Ilhéus, Dona Carmozina completa 100 anos


A umbandista Carmozina Mota Santos (Foto Maurício Maron)
Foto: Maurício Maron

A umbandista Carmosina Mota de Souza Santos, uma das lideranças religiosas da cidade de Ilhéus, residente na rua Severino Vieira, 475, bairro do Malhado, completou, no dia 16 de abril, um século de vida. Ela chega aos 100 anos com muito vigor, voz possante e com uma memória invejável, relata fatos com riqueza de detalhes e conversa com muita clareza sobre lugares que compõem a sua história de vida.

Na sua rotina diária, levanta-se às cinco da manhã e, logo depois, toma um chazinho de ervas naturais e ingere um comprimido para a pressão alta. Em seguida, lá para às 10 horas, bebe um cafezinho com leite, sempre acompanhado de farofa de carne-seca com banana da terra ou aipim. O charque é condição para comer o feijão todos os dias, deixando claro que na sua alimentação, pimenta, pimentão e jiló não entram.

A sua casa é perfumada com incenso duas vezes ao dia e na sua sala estão expostos seus retratos em festas culturais, com as vestes religiosas e também ao lado de diversos políticos. Conta que ACM era “amigão” e que sempre ia recebê-lo no Aeroporto quando vinha a Ilhéus. Há uma foto ao lado do babalorixá Pedro Farias, que foi uma referência do candomblé em Ilhéus, e de outros companheiros de trabalho espírita.

Entre as condecorações, estão o título de Cidadã Ilheense, um certificado da Federação Nacional de Umbanda e uma recente homenagem recebida na Delegacia da Mulher. Mãe Carmozina é daquelas que ainda vai às urnas para escolher os governantes e, diga-se de passagem, está sempre a atrair políticos em seu entorno, talvez por conta de sua força religiosa e do grande número de seguidores. E com simpatia diz: “Eu voto de ousada”.

Seja numa comemoração cívica, como o desfile de 7 de Setembro, ou numa festa popular, como o Carnaval, o seu lugar é sempre no palanque oficial das autoridades. E com suas baianas vestidas de branco e portando vasos de flores e água de cheiro, participa, há 32 anos, da lavagem da Catedral de São Sebastião e há 15 anos comanda os festejos de Iemanjá na cidade.

Origem – A filha dos índios Alvina da Mota Santos e Cândido José de Souza, nasceu no povoado de Caldeirão, atual município de Itaquara, e foi criada pela família de Joaquim Gavião, em Jaguaquara. Aos 13 anos, foi entregue de volta à Dona Alvina.

Carmozina e sua mãe vieram a pé de Jequié para Água Preta (então distrito de Ilhéus e hoje Uruçuca) numa viagem que durou 22 dias. Ela reflete: “Minha mãe nunca entrou (subiu) numa embarcação (referindo-se aos meios de transporte, inclusive animais). Nessa viagem, quando dava quatro, cinco horas, ela encostava em qualquer lugar que tinha família e passava a noite, e no outro dia de manhã me botava na frente para andar. Naquele tempo, não existia o asfalto, o que existia era barro”. No percurso, a novidade que viu foram tachos enormes no fogo, com homens mexendo pedras pretas e derramando um caldo preto sobre a estrada de barro, que entendeu mais tarde ser o asfalto. “Minha mãe, índia, não suportava aquilo, achava tudo ignorância”, acrescenta.

Em Água Preta, na casa de sua irmã, chegou a trabalhar em roça de cacau para se manter. “Eu não conhecia cacau, eu conhecia café”, sentencia. Casou-se aos 17 anos com Anibal Evangelista Santos, que trabalhava na “Estrada de Ferro”, e foi morar na Rua do Soca Braço (atual Rua Evandro Magalhães), onde nasceram os filhos Crispim, que é funcionário da Polícia Civil, e Maria José, falecida há oito anos.

Ao chegar para Ilhéus, na década de 50, o casal se estabeleceu no Malhado de baixo, e em seguida, mudou-se para o Malhado de cima. “Morávamos no Alto do Amparo, nome que coloquei e permanece até hoje. Fui a primeira moradora de lá, fiz a primeira casa do local, em terreno doado pelo prefeito Pedro Catalão, uma casa de palha, rodeada de zinco, onde criei meus filhos. Lá nasceram José Carlos e Maria Conceição”, afirma.

Conta com entusiasmo que foi lavadeira de ganho. Lavou roupas para diversas famílias influentes da cidade, do Dr. Ernani Sá, Coronel Sinhô, Conceição Lopes, Alice Patury, Sá Barreto e de Tonico Bastos. Ela explica que lavava e gomava, e o ferro de passar era à brasa, acionado por um fole. “Fazia goma com parafina para botar nas camisas para ficar bem brilhando. As calças tinham que ser enfestadas (vincadas na frente). Quem não tivesse um terno de linho, não era gente”, lembra.

Também foi feirante. Atuou com barraca na feira do Unhão, hoje Avenida 2 de Julho, onde vendia café e mingau. Não só na feira do Unhão, como também no tamarindeiro do Malhado. “Fui a primeira a se instalar ali, para esperar o trem de ferro passar e vender aos passageiros doses de cachaça, com folhas de capim santo, erva-cidreira e temperada de mulher parida, mingau e mungunzá”. O único transporte que tinha, do Malhado ao Centro, caindo aos pedações, era o ônibus de Zé Ribeiro. “Lembro-me da rodoviária daqui, na Rua do Dendê, na Rua Tiradentes. Lembro da Sulba e da São Jorge. A Sulba quebrava não sei quantas vezes daqui para Itabuna.

E acrescenta que “a cadeia de Ilhéus ficava em frente à Ceplac, ali quem vai para o Pontal, onde ficavam os melhorzinhos. Quando a gente passava, os presos estavam sempre olhando a rua, lá do alto das grades, e desciam as latinhas amarradas num cordão pra gente colocar dinheiro, uma banana, um pão. E os bravos ficavam em Itacaré, com a cadeia na beira d´água.”.

Outra máxima que eu alcancei: “Naquela época, “mulher solteira” não saia na rua, só saía depois de 10 horas (22horas), tinha horário para sair, somente depois que as casadas e as moças se recolhiam, então, a rua ficava pública. Hoje em dia ninguém sabe quem é mulher-dama, quem é moça, ninguém sabe o que é casada, está tudo uma farofa só.”

A Religião

Mãe Carmozina explica que começou a trabalhar com a força espiritual depois de muito sofrimento, “porque eu carrego a força espírita desde menina. Para não sofrer, abandonei o catolicismo e entrei na lei cristã. Sofri muito!. Já fui muda, paralítica, asmática e já me levaram amarrada em cima de um caminhão para Nazaré das Farinhas. Tudo isso eu já passei até aceitar o espiritismo.

Relata que na Avenida Itabuna, na igreja Assembleia de Deus, uma vez ficou perturbada e quando se deu conta, estava uma bagaceira. “Já fui operada invisível de um tumor na barriga, com todos preocupados na mesa de operação. Aí veio um médico espírita de Salvador, olhou para mim e disse aos outros médicos: “não opere essa mulher que ela morre na sua mão. Essa mulher é espírita”. Eu saí me maldizendo: se fosse rica todo mundo me operava. Depois, quando voltei para casa, não senti mais nada.”, enfatiza. E justifica que, por isso, fez caridade durante sete anos, oferecendo consulta sem cobrar um centavo. Depois de sete anos, foi liberada pelo seu guia espiritual para cobrar valores pequenos porque sua missão é fazer caridade.

A umbandista conta que soube, através dos filhos de santo, que seu guia chamou o seu marido e o advertiu para que ele não mais encostasse em sua cama. Para continuar com a força espiritual, ela renunciou ao sexo e permitiu que o esposo tivesse uma relação extraconjugal, que resultou em cinco filhos. “Tudo para ter o direito de trabalhar com resultados e evitar sofrimento”, explica.

Hoje, Carmozina possui 48 netos, 56 bisnetos e 20 tataranetos, incluindo os filhos do marido também por ela criados, além de uma quantidade grande de filhos de santo, espalhados em outras cidades da Bahia e outros estados, e até na Suíça e Estados Unidos.

Com respeito à crença, ela diz: “não uso pintura, não pinto unha, não corto o cabelo. Não aguentei mais sofrer, entreguei a mão à palmatória. Tinha que cumprir essa missão”. O seu terreiro de umbanda Sultão das Matas está localizado ao lado da residência, mas há uma comunicação ao fundo, e no Peji, há imagens em louça, resina e gesso, de orixás, de santos da Igreja Católica e de caboclos. Os atabaques tocam de 15 em 15 dias e toda sexta-feira há sessão mediúnica.

Sincretismo

Embora umbandista, a relação com outros cultores de terreiros de candomblé é a melhor possível. “Valtinho, Toinha, Nildinha, Ilza, Jecy, Nangancy, Laura somos todos amigos, agora a divisão das obrigações, cada qual no seu cada qual”, lembra.

A sacerdotisa umbandista frequenta a igreja católica do bairro onde reside, fala em Deus o tempo todo e vai sempre à missa da Misericórdia, no centro da cidade. Com orgulho, diz que Dom Mauro, bispo da Diocese de Ilhéus, é seu amigo e que já esteve na sua residência. Faz distinção também ao Padre Miro, que a visita sempre e é quem celebra a missa do seu aniversário. O Padre João é outro carinhosamente citado entre as autoridades do clero.

Além do terreiro de umbanda, a família Carmozina possui um terreiro de candomblé, dirigido por sua filha, Conceição, localizado na Avenida Esperança, em terreno doado pelo prefeito Antonio Olímpio. Além do ex-prefeito Antonio Olímpio, Carmozina cita em suas conversas o ex-prefeito Ariston Cardoso, a senadora Lídice da Mata, e disse que falou tanto com Jabes Ribeiro para que ele fechasse o canal em frente à Central de Abastecimento, sem êxito, mas que já conversou sobre o assunto com o prefeito atual Marão, a quem chama de Barão. E finalizou dizendo “Não posso deixar de fazer uma caridade, bateu a minha porta eu dou comida ou conforto espiritual.”.

 

“Amor Animal”: fotógrafos usam talento para espalhar solidariedade


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Por Evellin Portugal

Fotógrafos e namorados, Maria Clara Fernandes e Rafael Rocha se juntaram numa ação que une talento e solidariedade. Intitulado “Amor Animal”, o projeto recém-criado oferece ensaios fotográficos a tutores com seus bichinhos de estimação, em troca de doações a organizações não governamentais voltadas para a causa animal

À Revista Bellas, Maria Clara contou que a iniciativa surgiu do desejo que ela tinha de ajudar alguma instituição dessa área. “Sempre tive vontade de trabalhar em uma ONG, até que nasceu o projeto Amor Animal. Eu queria usar o que está ao meu alcance, por menor que fosse o trabalho, para ajudar. Então, junto com meu namorado, decidi arrecadar doações e oferecer as fotografias gratuitamente. É uma forma de contribuir com o que temos e mostrar que outras pessoas também podem fazer o mesmo com o pouco que têm”, relatou.

Uma vez pronta a ideia, só faltava saber qual organização seria beneficiada com os donativos. Foi aí que o casal conheceu a APDA – Amigos e Protetores em Defesa dos Animais, sediada em Itabuna. “A pessoa responsável, Tatiana Dantas, passou todas as informações com o maior prazer. Ao longo das nossas conversas, resolvi me oferecer também para tirar fotos dos animais disponíveis para adoção, a fim de torná-los mais atrativos. É gratificante conhecer as histórias de superação de cada bichinho e as pessoas maravilhosas que dedicam seu tempo a eles”, revelou a fotógrafa.

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Corrente do bem

Maria Clara é de Ubatã e Rafael Rocha, de Buerarema. Estes municípios ainda não têm ONGs de proteção aos animais. A ideia, segundo a profissional, também é conhecer mais a fundo o trabalho das instituições de Itabuna e criar semelhantes nessas duas cidades.

Outro objetivo é beneficiar mais organizações através do “Amor Animal”, que tem conseguido uma grande adesão. “Muita gente já entrou em contato e marcou os ensaios. Os donativos são recolhidos no dia em que tiramos as fotos e a quantidade é de acordo com a boa vontade de cada um”, completou Maria Clara. Para convidar outras pessoas a participarem do projeto, ela citou uma frase do pensador e filósofo Confúcio: “Entre as pequenas coisas que não fazemos e as grandes que não podemos fazer, o perigo está em não tentarmos nenhuma”.

Para agendar as fotografias e fazer as doações, basta entrar em contato através do telefone (73) 98832-6192. Os produtos aceitos são os mais diversos: ração para cachorro e gato, patês, vitaminas, vermífugos, ataduras e materiais para curativos, luvas, mamadeiras para filhotes, medicamentos e sabonetes contra sarna, coleiras antipulgas, carrapatos e mosquitos, tapetes higiênicos, shampoo e medicamentos próprios para cães e gatos. As colaborações também podem ser feitas em dinheiro, através de depósitos na conta da APDA (AG 3792 | OP 013 | Poupança 4301-7 – Caixa Econômica).  Mais informações sobre a ONG podem ser obtidas através do telefone (73) 99139-5511.

 

Legendas:

1 – Rafael Rocha e Maria Clara Fernandes, idealizadores do projeto

2 – Estopa é um dos animais disponíveis para adoção na APDA

Cookie De Cacau ajuda a aumentar o foco e a concentração


Cookie de Cacau

Ingredientes:

* 2 bananas maduras amassadas

* 1 xicara de manteiga de amendoim ou de amêndoas ou de coco

* 1 colher de sopa de essência de baunilha

* 1/4 de xícara de cacau em pó 100%

* ¼ de xicara de chia hidratada em ¼ de xícara de água por 10 min

* ¼ de xícara de açúcar mascavo, de coco, ou melado de cana

* 1 colher de café de bicarbonato de sódio -60g de chocolate 70%

Modo de Preparo:

Misture com uma colher a banana amassada com a manteiga vegetal (amendoim, amêndoa, coco), adicione a baunilha e a chia. Misture bem. Finalize incorporando o cacau, açúcar/melado de cana e o bicarbonato de sódio na massa. Dê uma última misturada até os ingredientes formarem uma massa consistente para moldar com uma colher. Em uma forma untada ou forrada com papel manteiga coloque uma colher de sopa bem cheia da massa do cookie, separando os cookies um do outro uns 2 dedos de distância. Pique grosseiramente o chocolate 70% e coloque os pedaços no centro do cookie ainda antes de levar ao forno (para ficar coma textura cremosa da foto). Asse em forno pré-aquecido à 180 graus por 12 min e deixe esfriar para finalizar o cozimento. Dura por 5 dias em pote fechado. Rende 8 cookies médios.

Toque da Nutri: Além de não ter ovos, nem farinha, nem leite (então a maioria dos alérgicos podem aproveitar!) auxilia na melhora do foco e concentração no ambiente de trabalho/estudos, pois contém selênio, vitaminas do complexo B, magnésio e cromo. Ótima opção de lanche pois não precisa de refrigeração, cabe na bolsa/mochila. Alto teor de fibras que auxiliam na saúde do intestino (3,2g de fibras em 2 unidades) Sugestão: Acompanhar de 1 xícara de chá verde com limão e pedaços de morango par aumentar a concentração e diminuir o cansaço.

Charliane Sousa quer mudar conceitos com voz feminina na Câmara de Itabuna


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Por Celina Santos

Ela fez uma campanha criativa, cheia de cores e motivos lúdicos; chamou os amigos para formar uma verdadeira corrente; buscou atrair o apoio feminino e chegou ao seu objetivo. A contadora Charliane Sousa, de 40 anos, é a única mulher a ocupar vaga na Câmara de Itabuna a partir de 2017.

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Primeiro, agiu como boa profissional da área contábil – tem 20 anos de experiência –, para alcançar os 827 votos que lhe credenciaram a chegar ao Legislativo, pelo PTB. “Dentre os nove partidos da coligação, vi como bons adversários Ruy [Machado] e Gegéu [Filho]. Fiz uma análise da votação anterior, pra superar. Mas não desmerecendo o trabalho deles, porque todos foram capazes”, revela, mostrando que já chegou com audácia.

Mesmo de forma serena, a nova vereadora lembra que enfrentou certo preconceito ao entrar numa seara predominantemente masculina. “Em todo o processo, nunca fui acreditada por nenhum dos políticos. Por ser a primeira vez e por ser mulher”, frisa.

Mas, uma vez eleita, ela quer deixar o gabinete à disposição das causas femininas, assim como zelar pelos interesses da cidade como um todo. “Eu me sinto na responsabilidade de mudar o conceito da política”, sentencia.

Mãe, esposa e profissional

A exemplo de grande parte das mulheres, Charliane divide-se entre os papéis de esposa, mãe (de uma filha de 23 anos) e profissional. No escritório que mantém há anos, tem clientes de várias cidades da Bahia, inclusive Salvador.

Com o passar do tempo, trocou a rasteirinha e o tênis pelo salto agulha (a cada par de sapatos comprado, um é doado) e não abre mão da maquiagem. “Eu nunca fui vaidosa; eu me tornei”, compara. A atividade física, necessária a todos, ela une a um prazer: pedalar durante duas horas, duas vezes por semana.

“Faço parte do grupo Pedal Pé de Cana, vamos até a Uesc, pela manhã. Eu me sinto livre de verdade quando estou pedalando”, descreve a moça, que também tem cinco tatuagens no corpo. A flor de lótus sobre o ombro ela faz questão de exibir.

Instada a se definir como mulher, Charlie – apelido carinhoso que os amigos lhe deram – disse, emocionada: “Tudo na minha vida foram conquistas; nada me foi dado. Então, estou muito orgulhosa de estar onde estou”.

Claudia Dórea faz 5.0!


02Ser bailarina é um estado de espírito. Leve, suave e firme ao mesmo tempo. Alguém que tem a missão de inspirar delicadeza em um mundo tão, por diversas vezes, pesado.

Missão! Que missão linda é esta de Claudia Dórea, nesta vida? Alegrar, em dias tristonhos. Fazer sonhar os corações mais adormecidos. Entreter, em dias comuns. Tornar a vida de todos ao redor mais lúdico, e não menos lúcido. Ah, Claudia Dórea! Poesia, ainda que sem palavras. Poema, ainda que sem rima. Autoestima pura! Alegria! Calor! Suor! Luz! Brilho! Cores! Ah, o ballet! Ah, Claudia Dórea!

Poderíamos aqui resumir cinquenta anos em cinco minutos? Seria possível, sim, se esta cinquentona com carinha de 30 não fosse a multi-mulher Cluadia Dórea! Pela manhã, mãe. À tarde, quem sabe, uma amiga especial, sempre pronta para escutar. À noite, uma esposa deslumbrante, capaz de tirar o fôlego e apaixonar. Encantar! Brilhar!  Vinte e quatro horas elegância, carisma e energia. Vinte e quatro horas uma mulher inesquecível! Vinte e quatro horas Claudia Dórea!

O que a gente te deseja? O que a gente poderia desejar a uma mulher que nos faz tão bem? O que a gente poderia desejar a uma mulher que nos faz nos sentir lindas bailarinas? Muuuuuito mais felicidades hoje. Hoje, e sempre!

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Na foto, a turma do ballet adulto, que realizou um aulão na segunda e gravou vídeo para a aniversariante, sem que ela percebesse. Um dos textos, na coluna ao lado, escrito e gravado por esta colunista, com todo o coração!

Elivandro Cuca coleciona sucessos e anuncia novo trabalho


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O compositor, com músicas gravadas por artistas famosos, alcançou destaque nacional

Ele se define como um “operário da música”, age como empreendedor, trabalhou para transformar o nome numa marca e virou referência ao ter mais de 180 composições gravadas. Muitas delas por artistas nacionalmente famosos, como Ivete Sangalo, Leonardo, Cláudia Leitte, bandas Babado Novo, Calypso, Aviões do Forró e Calcinha Preta, entre tantos outros. Estamos falando do itabunense Elivandro Cuca, por aqui também conhecido como vocalista da banda Mister Cuca.

Para Cuca, que tem orgulho de dizer que começou como pasteleiro ainda na infância e leva o nome do bairro Mangabinha aonde vai, o segredo de conquistar sucesso como compositor é a persistência e a construção de relações profissionais. Revela que compõe de acordo com as tendências, também recebe encomendas e mantém contato constante com os artistas.

“Estou sempre antenado no mercado. Música boa é aquela que o público gosta, que se identifica, a gente faz música para o povo. E o compositor tem que buscar. Ele tem que estar onde o artista está”, argumentou ele, que fez trilhas para o programa Mais Você, de Ana Maria Braga, para o filme O Paí Ó, terá a música “Vai na fé” gravada pelo cantor Igor Kannário, uma das “sensações” do momento na Bahia, além das canções para o segmento gospel.

Mister Cuca mistura

ritmos em novo CD

Afora o indiscutível sucesso como compositor, o artista investe da divulgação quinto CD da banda Mister Cuca, que tem 14 integrantes. O álbum, intitulado “Mister Cuca do jeito que o povo gosta”, reúne 16 faixas, sendo a maioria inédita. Há, ainda, sucessos dos anos 80.

O hit de trabalho, por exemplo, chama-se “Choro” e traz uma mistura dos ritmos bachata (originário da República Dominicana) e arrocha. “O CD é dançante e contagiante. Tudo com instrumentos como guitarra, teclado, sampler, saxofone, trompete”, detalhou, animado.

Quem quiser contratar o show do Mister Cuca pode ligar para (73) 98822-8009.

 

O que a advogada Jurema Cintra faria se fosse prefeita de Itabuna


 

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Por Celina Santos

Tem um gosto especial para um veículo de comunicação colher ideias junto ao seu público – e, obviamente, poder compartilhar o conteúdo com os demais leitores. A revista Bellas repercute aqui o resultado da primeira entrevista do quadro “Eu na Prefeitura”, publicado no Diário Bahia. No espaço, o cidadão responde “o que faria se fosse prefeito(a) de Itabuna”. Com a palavra, a advogada Jurema Cintra, militante de Direitos Humanos e assessora jurídica de ONGs.

“Se eu fosse prefeita, faria ações para resgatar a autoestima dos itabunenses, precisamos ter projetos de Estado, e não de governo; cada prefeito/a que entra desfaz tudo que o outro fez e isso não permite uma continuidade de projetos essenciais à comunidade. Entramos no prédio da Prefeitura e tudo é feio, até sujo, as praças estão sujas, as escolas estão sujas, olhar para a cidade e vê-la assim, sangra nossa alma (…)”, desabafa.

Mobilidade Urbana (FOTO DE CICLOVIA)

Este tema é meu xodó. É nas vias da cidade que vivemos e compartilhamos obrigatoriamente os espaços públicos; precisamos olhar o outro, respeitar o trânsito. As praças de Itabuna estão feias e abandonadas, é preciso recuperá-las e resgatar o gosto pelo uso do espaço público com sua ocupação racional, passeio de domingo tem de ser nas ruas e não apenas no shopping (espaço privado).

Formaria um grande corredor ciclístico na cidade, interligando com segurança a ciclovia do São Caetano às ciclofaixas já existentes do centro, além de criar a ciclovia da Avenida Juracy Magalhães, Avenida Amélia Amado, da Avenida J.S. Pinheiro e Avenida Kennedy.

A saída de Itabuna até os atacadistas deve ter ciclovia também, a construção de tantos condomínios pela rodovia e no semianel viário exige que este transporte seja valorizado, além de fomentar a prática do esporte de forma segura. É comum vermos ciclistas no acostamento, com risco de acidentes. Um convênio com o DNIT e a Prefeitura de Ilhéus poderia gerar um projeto conjunto da Ciclovia Grapiúna, que interligaria Ilhéus a Itabuna, passando por Ceplac, UESC e Salobrinho.

Itabuna poderia ser referência para o país. Nenhum bairro novo, condomínio, rua principal ou avenida poderia ser aberta sem ter obrigatoriamente a ciclovia no projeto e na execução. A bike é o transporte do presente e do futuro. Ao mesmo tempo, estes corredores ciclísticos seriam arborizados com árvores da Mata Atlântica e frutíferas, garantindo sombra ao ciclista e aumentando nossa qualidade de vida. A distância entre a maioria dos bairros e o centro da cidade é pequena, mas as pessoas têm medo de usar a bicicleta por insegurança.

Também iria propor a Lei da Calçada, é preciso padronizar todas as calçadas da cidade, as que já existem devem ser corrigidas garantindo a acessibilidade de pessoas com deficiências e as novas só poderiam ser construídas no padrão adequado. O Trânsito em Itabuna é uma loucura, parece de guerra, precisamos investir pesado em conscientização, educação para o trânsito e sinalização permanente; mobilidade tem muito a ver com organização do trânsito e alternativas para tirar o carro da rua.

Ar condicionado em todos os ônibus e micro-ônibus em bairros como Góes Calmon e Castália poderia atrair o público de classe média a deixar o carro em casa, além do GPS nos ônibus, pois uma das queixas mais frequentes dos usuários é o atraso, a espera pela linha. Hoje, com os aplicativos de celular facilitando estas interações, isto fica cada vez mais fácil de se tornar real, um mapa que veríamos o deslocamento de cada ônibus e linha e quanto tempo falta para ele chegar no ponto de ônibus.

Não existem mais condições físicas e estruturais da Rodoviária permanecer onde está, o local é um desrespeito às pessoas com deficiência, é sujo, insalubre e causa o maior problema no trânsito dos arredores e entorno, é preciso deslocá-la para outra área maior, que garanta a entrada e saída racional dos ônibus, que são veículos de grande porte. O prédio da atual rodoviária deveria ser anexado ao Centro Comercial em uma grande reforma de revitalização de todas as duas estruturas, garantindo dignidade aos feirantes que lá se encontram, com ampliação de estacionamento e criação do setor de alimentos da agricultura familiar, agroecológicos e orgânicos. Fomentaríamos a formalização e capacitação junto com SEBRAE, CAR, e demais órgãos de apoio e fomento.

As Feiras Livres são nossas riquezas, desde os heróicos feirantes, trabalhadores e agricultores, além de nossos produtos e iguarias regionais, mas no dia de feira, cada bairro se transforma num transtorno imenso.

Educação

A valorização do professor é a peça-chave, é ele que conduz o educando, é ele que cria, que potencializa os saberes. Fomentar cursos de pós-graduação, plano de cargos e salários eficiente e fazer captação de recursos em diversos órgãos em temas transversais; se tem recurso no Ministério da Agricultura sobre Educação Ambiental, precisamos acessar. Para isso a equipe de projetos tem de ser permanente, qualificada e de servidores efetivos.

Temos de transformar cada escola naquela de nossos sonhos, é projetando e idealizando o melhor que alcançamos a excelência tão almejada. Eu penso uma escola eco-suficiente, com captação de energia solar, captação de água da chuva, horta escolar comunitária para produção de alimentação orgânica, coleta seletiva de lixo,  menos cimento nos pátios, mais flores e frutos, bibliotecas modernas e com conectividade, laboratórios equipados, um local onde os alunos amem ficar, onde os alunos possam sonhar com suas profissões, onde possam criar e onde o professor receba adequadamente por isso com incentivos adicionais de produtividade e premiações.

Saúde

Requalificaria a Policlínica, criaria um Sistema Informatizado de Marcação de Consultas e Exames, a pessoa iria ligar para um telefone 0800 e fazer a regulação sem necessidade de pegar filas. Faria uma grande auditoria dos estabelecimentos de saúde em suas finanças e diminuiria consideravelmente cargos comissionados, é preciso ter servidores permanentes e qualificados em setores estratégicos. Qualificaria os servidores efetivos em gestão de saúde, valorizando o capital humano do município, cada vez mais com tecnologia em sistemas de pagamento, cruzamento de dados, licitações e pregões eletrônicos, impedimos que a corrupção possa chegar perto do serviço público; é preciso banir este mal com eficiência.

Devemos promover ações de saúde, mas no Brasil valorizamos a cura de doenças, temos de evitar que as pessoas adoeçam. A corregedoria de saúde precisa ter autonomia e equipe preparada para fiscalizar desvios, punir culpados e preservar o patrimônio público. Uma cidade limpa, arborizada, florida, fácil de se deslocar, cheia de ciclistas, uma escola que possibilite sonhar e um serviço de saúde eficiente, será que estamos pedindo demais?

 

Ilana Kruschewsky alia sucesso na arquitetura a aconchego de Itabuna


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A arquiteta Ilana Kruschewsky experimenta, há um ano, a possibilidade de exercer a profissão que escolheu estando perto, como ela diz, “do aconchego familiar”. Formada há 22 anos pela UFBA (Universidade Federal da Bahia) e com MBA em Marketing e Branding, nos últimos 12 meses, porém, decidiu retornar para Itabuna e tem tido gratas surpresas. Ao longo de sua carreira atuou em Salvador e Recife como autônoma e em grandes construtoras, onde adquiriu relevante experiência em projetos, acompanhamento da execução de obras residenciais e comerciais e na tratativa com clientes. “Sempre gostei de projetar e acompanhar de perto a execução dos serviços. Sou uma pessoa detalhista e considero fundamental a fidelidade entre o projeto aprovado e o que será entregue ao cliente. Ver o projeto sair do papel e se tornar tridimensional é o que me move profissionalmente”.

Quando perguntada pela revista Bellas sobre a avaliação dessa primeira temporada na região, afirma: “Foi um ano de sucesso; fui muito bem acolhida pela minha família, amigos e colegas, o que me proporcionou bons contatos profissionais e a realização de importantes projetos”.

Para obter bons resultados, a arquiteta prioriza ouvir o cliente, captar quais são os desejos e as necessidades daqueles que requisitam seus serviços, conhecer a rotina familiar e a dinâmica dos espaços corporativos, nos projetos residenciais e comerciais, respectivamente. “O projeto tem que ser adequado às necessidades do usuário e sua disponibilidade financeira, combinando o gosto do cliente a questões estéticas e técnicas, proporcionando conforto, bem-estar e funcionalidade ao espaço projetado”, acrescenta.

Mais informações sobre o trabalho de Ilana Kruschewsky, bem como a forma de contratá-la, pelo telefone (73) 98878-3399.

A seguir, alguns trabalhos da arquiteta.

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Medalha de Ouro para Dr. Rafael Andrade


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Uma justa homenagem a um médico que se dedica a uma causa nobre. Assim pode ser definida a entrega da Medalha de Ouro Moacyr Álvaro ao oftalmologista itabunense Dr. Rafael Andrade. Trata-se da comenda mais importante da América Latina na área oftalmológica, concedida pelo Centro de Estudos em Oftalmologia Prof. Dr. Moacyr Álvaro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Durante a entrega da Medalha de Ouro Moacyr Álvaro, Dr. Rubens Belfort, considerado um dos maiores oftalmologistas do Brasil, destacou: “Quando indicamos o Dr. Rafael para receber essa homenagem, muitos consideraram que ele era jovem demais para isso. Ele realmente é jovem, mas é a exceção que justifica a regra. O trabalho que ele realiza no Sul da Bahia com o Mutirão do Diabético é hoje uma referência mundial. Portanto, esse reconhecimento é mais do que justo”.

Aos 42 anos, o Dr. Rafael Andrade, diretor do Centro Avançado em Retina e Vítreo do Hospital de Olhos Beira Rio e idealizador e coordenador do Mutirão do Diabético de Itabuna, é o segundo baiano e o mais jovem médico a receber a Medalha de Ouro, instituída há 60 anos pela Unifesp. O Mutirão do Diabético de Itabuna é considerado um dos principais eventos de prevenção e tratamento do Diabetes e foi apresentado no Congresso Mundial no Canadá como exemplo a ser seguido por outros países.

Após retornar a Itabuna, o Dr. Rafael Andrade foi recebido com festa pelo corpo clínico e colaboradores do Hospital de Olhos Beira Rio, que lhe prestaram uma homenagem pela merecida conquista. “Esse prêmio é motivo de orgulho, que faço questão de compartilhar com toda a nossa equipe e com os centenas de voluntários do Mutirão”, afirmou Dr. Rafael Andrade.

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