Cinco Armadilhas que podem aparecer para quem quer ter uma vida fitness 


Muitos dos que decidem ter uma vida fitness – e aqui vamos considerar que é aquela em que a pessoa cuida melhor de sua alimentação, passa a praticar exercícios com regularidade – encontram alguns desafios em sua jornada, e muitas vezes acabam não resistindo e desistem de ter o fitness como estilo de vida.
A diva fitness Gabi Lubies também é uma expert em concursos públicos e preparação para rotina de estudos e provas. Ela afirma que o mesmo mindset, mentalidade e disciplina para conseguir o corpo sarado tão desejado, é o mesmo para os concursos e para a vida, mas que as pessoas costumam cair em armadilhas de auto-sabotagem.
Gabi Lubies fez uma lista com as cinco principais armadilhas que sabotam dietas e treinos, e que fazem as pessoas desistirem, e mostra como não cair nestas ciladas, e alcançar os seus objetivos:

 1-  Não acreditar em si 

Pode parecer algo bobo, saído direto de um clichê de internet, mas muita gente não consegue ser fitness por simplesmente acreditar que não é capaz. Acreditam que não conseguem treinar com regularidade, não conseguem ter disciplina, fazer dieta. Uma das coisas que mais escuto é “queria ter sua disciplina e força de vontade”. Eu não tenho dúvidas de que se a pessoa quiser, ela vai conseguir, pois a nossa força é muito superior do que nossas desculpas.
Se você acreditar que tem o controle da situação, pode e vai ser fitness e também terá êxito em tudo o que se prontificar a fazer na sua vida, não apenas na meta de ter um corpo sarado.
Algumas estratégias podem ajudá-lo a acreditar mais em si: lembrar de algum obstáculo que foi capaz de vencer, pense nos desafios que encarou no passado e em que teve sucesso; encontre alguém com uma vida parecida ou com mais aparentes “dificuldades” do que você e que consiga se superá-las, isso ajuda a dar “um sacode”, sabe? Quando vemos alguém com muito mais razões para não conseguir e que chegam lá, pensamos: eu também consigo.

2-  Síndrome do “já que”

Não conhece essa síndrome? Nunca ouviu alguém dizer o famoso “já que” para justificar suas escapadas ou prolongá-las ainda mais? “já que hoje bebi, vou comer também”, “já que sai da dieta na quarta, volto na próxima segunda”, “já que vou sair de férias, não adianta começar agora”, e etc. A lista é longa. A questão é simples, escorregadas irão ocorrer, mas não é por isso que você vai “jacar” de vez e largar sua caminhada. Quando sair do “prumo”, no momento seguinte retome, não precisa botar tudo a perder. Pense em tudo que já caminhou para chegar ali! Escorregou? Ok, esquece, vira a página e faz o que tem que ser feito dali por diante. Acredite que quanto mais você conseguir manter-se focado, menos vontade de deslizar terá!

3-  Não saber distinguir alimentação saudável de dieta

Você começa a treinar, não vê muito resultado, aí vai se desestimulando e não entende o motivo, já que você faz dieta. Aí eu pergunto: será que você faz dieta mesmo? Ou será que alimenta-se de forma saudável? Antes de falar a diferença delas, vale a pena dizer que não há certo ou errado entre elas, mas como são coisas diferentes, os resultados alcançados também o serão.
Ocorre que muitas vezes as pessoas querem resultados específicos como perder peso, ganhar massa e aí é que a dieta é mais adequada, pois nelas faz-se a quantificação do quanto deve-se ingerir com base no gasto e objetivo do indivíduo. As dietas tendem a durar prazo certo e irão alterar a depender do que se pretende alcançar.
Quando a pessoa começa a ser fitness em geral tem uma meta e muitas vezes está se alimentando muito bem, mas não com a alimentação voltada para o seu objetivo. Aí é que um bom profissional de nutrição poderá lhe auxiliar corretamente seja para uma reeducação alimentar ou para uma dieta específica.

4-  Achar que a balança é o melhor parâmetro  

Treinamos, nos alimentamos bem e vamos nos pesando quase todo dia, e vamos surtando quando não vemos o peso alterar. O reflexo na balança não é demonstrado tão imediatamente e pode não dizer muito. Quando treinamos e nos alimentamos bem, os percentuais gordura e de massa magra alteram e isso pode ser evidenciado muito mais de outras maneiras do que diretamente nos ponteiros. Observe seu bem-estar, suas medidas, como você se vê no espelho, sua percepção é o seu melhor termômetro.

5-  Comparar o seu resultado com o dos outros 

Se não for a maior armadilha, provavelmente é a mais cruel. Somos seres únicos e nossos organismos respondem aos estímulos de forma única também. Não adianta comparar-se com alguém com biotipo parecido, com estilo de vida similar, porque ainda assim, não terá os mesmos resultados.
Você pode espelhar-se em alguém, isso é ótimo, ajuda muito, mas não deve nunca buscar ter exatamente os mesmos resultados e no mesmo prazo de quem quer que seja. Busque ser a sua melhor versão, atingir os seus objetivos, mas não fique olhando para o outro e cobrando-se ser igual a ele, pois isso poder ser muito destrutivo. Vá acompanhando os seus resultados pessoais e vibrando a cada conquista, independente do tamanho. Você precisa estar bem com você e seu espelho reflete sempre a sua imagem, é a ela que você deve dedicar seus esforços e ser o seu parâmetro.
projeto Armário Coletivo de Ilhéus completou sete meses com milhares de objetos compartilhados, entre livros, roupas, sapatos e até mudas de plantas. A ideia de dois moradores do bairro Pontal, com apoio institucional do Grupo de Amigos da Praia, partiu do conceito de Economia Circular e Compartilhada. Diante da situação de incertezas em relação ao Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), em que diversos alunos não tem acesso à internet de alta velocidade, bibliotecas e colégios ainda fechados, sentiu-se a necessidade de instigar ainda mais a troca de livros e módulos escolares. “Quantos estudantes terminaram o ensino médio em dezembro de 2019 e têm esse material bom e atualizado em casa? Revistas, livros literários também são bem vindos, estudantes de escolas públicas e particulares, que estudam com bolsas, ou que os pais perderam o emprego, estão em vulnerabilidade, e o compartilhamento pode ser este pontapé para mudarmos isso. Conhecimento precisa ser compartilhado de várias formas. Mas compartilhar é uma via de mão dupla, da mesma forma que você pode deixar o que quiser, pode pegar o que precisa, caso encontre”, convida a equipe responsável pelo projeto. O Armário Coletivo está à disposição na Travessa do Bonfim, bairro Pontal Lógica do compartilhar A advogada Jurema Cintra, co-fundadora da ação, argumenta: “Compartilhamos carros particulares através de aplicativos famosos, compartilhamos imóveis e aluguéis por temporada também, o UBER e AirBNB são a grande prova de que a Economia Compartilhada é o presente e o futuro; precisamos desfrutar deste poder econômico, desta abundância”. Ela explica que o Armário se baseia em três princípios: – deixe o que gostaria de receber; – cuide do armário como se fosse seu; – compartilhe o que quiser. Ao seu dispor Assim, através do compartilhamento de itens de segunda mão em perfeito estado para serem reutilizados, da auto-gestão e auto-responsabilidade, o armário fica numa calçada, ao ar livre por 24 horas, todos os dias. Basta procurar a Travessa do Bonfim, bairro Pontal, bem próxima a outra entrada do Colégio Militar. “Neste momento de Pandemia e incertezas, o Armário continua sendo frequentado, muitas pessoas estão por mais tempo em casa, e percebendo o tanto de objetos que possuem e não usam. O Armário Coletivo visa gerar esta indagação: o USO não seria mais importante que a POSSE? Pra quê ter uma furadeira super cara quando precisamos apenas do furo na parede???”, acrescenta Jurema Cintra. Outras informações podem ser obtidas no Instagram @armario_de_ilheus, pelos telefones (73) 99112-8849 ou e-mail [email protected]